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Vale a pena investir em uma casa grande?


Bom, a resposta para esta pergunta é: depende! É preciso considerar a quantidade de pessoas que vão morar na casa, o preço por metro quadrado, as preferências do morador e - especialmente - o espaço disponível na cidade.


Gastar muito mais por um espaço um pouco maior não é, necessariamente, vantajoso. Muitas vezes, o custo-benefício não se mostra favorável. E há motivos para isso. Vejamos.


O crescimento das cidades


A expansão populacional nas grandes cidades é uma das razões para que as pessoas busquem soluções para aproveitamento dos espaços. Construções horizontais são substituídas por construções verticais; casas são substituídas por prédios; grandes apartamentos são substituídos por flats; e assim sucessivamente. 



Além de novas formas para superar a falta de espaço, as pessoas buscam soluções para melhorarem a sua qualidade de vida e darem conta de todas as tarefas presentes em sua rotina frenética. Neste cenário, espaços menores, otimizados e melhor aproveitados mostram-se muito melhores, pois são mais fáceis de manter e gerenciar.


Estar perto do local de trabalho é outro fator importante. É preferível morar próximo ao trabalho e economizar tempo e energia gastos no trânsito (além do combustível, é claro), do que viver distante e ter que se deslocar em uma longa distância diariamente. 


O home office mudou um pouco este cenário, mas esta realidade ainda é para poucos.  Segundo dados do IPEA¹, apenas 11% dos brasileiros trabalharam em home office de maio a novembro de 2020. Assim, para a maior parte dos colaboradores, continua sendo preferível morar em espaços próximos ao local de trabalho.


O exemplo de Tokyo


O Japão é um bom exemplo do que a demanda por soluções no ambiente urbano pode produzir, com técnicas e costumes que atingem a maioria da população, especialmente na sua capital, Tokyo.


O território japonês está dividido em cerca de 8% da população habitando o espaço rural, e os demais cidadãos compartilhando o espaço urbano. Com tamanha densidade demográfica na cidade, os projetos de imóveis compactos e inteligentes são mais que um modismo, são uma necessidade.


Com mais de 30 milhões de habitantes, Tokyo reúne um número muito grande de apartamentos ultracompactos em relação aos imóveis brasileiros. São apartamentos com cozinhas projetadas apenas para preparar refeições básicas, e salas conjugadas com o quarto.


É possível aprender com o estilo de vida japonês?


Sim! Embora o Brasil tenha uma área territorial muito maior que o Japão, é notório que as grandes cidades brasileiras demandam soluções para otimização dos espaços, com vistas a abrigar toda a sua população. 


Construir imóveis compactos, com conceito, recursos e tecnologias que, geralmente, são encontrados em construções maiores, é a proposta da Ecco Living. Atendemos um público que abre mão do tamanho, mas não do conforto e da inovação, como o usuário de um smart for two


Os imóveis que a Ecco Living desenvolve são pautados por um conceito lazy friendly de moradia. Este conceito permite compactar as dimensões dos projetos sem comprometer os espaços internos, seguindo as tendências de países desenvolvidos.


Cabe a nós criarmos as soluções para nos adaptarmos aos espaços, de modo que a qualidade de vida aumente e que possamos nos manter saudáveis, mental e fisicamente.


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¹ INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA IPEA. Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=38263&catid=3&Itemid=3>.




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